#P(risão)#






Então ela riu, e seu riso foi arranhado pelo aparelho que traz pra ajeitar os dentes. Saiu um riso quadriculadinho, que me envolveu num xadrez em cor-de-branco-e-boca.
Xadrez mesmo, daqueles que prendem a gente.

Minha jaula: #o mundo todo#, do riso dela pra dentro.

Um comentário:

Paulo Vitor Cruz disse...

as vezes a gente fica sem ter o q dizer, mas nunca, nunca mesmo esquece de agradecer qdo é presenteado:

grato pelo texto, pelo blog, e pela amizade.. (dá vontade de ler Bianca Mendes a noite toda...)

bitoquinha estalada.